O Velho Chacal
O Velho Chacal é uma taverna no Velho Distrito de Urik.
O lugar aparece como pista social durante a investigação do Livro Caixa roubado da Casa Val-Keth. Em O Pote de Barro, os bêbados apontam o grupo para esta taverna depois de descreverem o suspeito como um homem comum, não muito alto, com o lábio superior cortado, bom de conversa, e que não costumava beber naquela parte da cidade.
No Jogo 04, Halek dá mais forma ao mesmo rastro: o homem talvez se chame Zak, tem bigode e cavanhaque mas não barba cheia, porte médio, pele morena, sotaque de outro lugar, e um pingente bonito de osso no formato de uma serpente. Ele parece estar em Urik só de passagem.
Depois que o grupo chega ao O Velho Chacal, Arak testa um alvo errado de forma bruta: torce o braço do homem e derruba o capuz, mas ele não tem o lábio cortado. A taverna percebe a confusão. Zulahya, a dona ou principal poder do lugar, intervém e leva a situação para um espaço mais privado.
Referência Visual

A entrada fica sob uma placa de madeira escura, velha, maltratada pelo sol e pela poeira. Nela há a cabeça pintada de um chacal rosnando e as palavras The Old Jackal Tavern (A Taverna do Velho Chacal). A tinta já está comida, riscada até a madeira. Abaixo do nome, uma fileira de pequenos glifos ou marcas foi pintada por outra mão, como se o lugar falasse em mais de um tipo de aviso.
A porta é larga o bastante para engolir a rua. Lá dentro, a taverna parece cheia, baixa, esfumaçada e barulhenta: sombras longas, lampiões pendurados, mesas brutas, costas curvadas e rostos meio escondidos por poeira e bebida. A luz não é exatamente acolhedora. É útil. Serve para ver o copo, os dados e a mão que se aproxima de uma faca.
Ao lado da entrada, um pilar de pedra traz uma lista desbotada de bebidas e regras. As palavras mais claras sugerem água, cerveja fraca ou barata, cerveja forte, e avisos contra brigas, gritos e facas. Trate a leitura exata da placa como referência visual até confirmação na mesa.
À direita da entrada, uma estátua de chacal fica sobre pedra entalhada, iluminada por um braseiro pequeno. Uma mulher em camadas de tecido escuro observa a passagem com os braços cruzados. Ela pode ser funcionária, guarda, dona do lugar, ou só alguém perigosa o bastante para ninguém pedir que saia dali.
Tom
Escreva O Velho Chacal como:
- mais velho e mais áspero que
O Pote de Barro; - cheio o bastante para esconder uma conversa, mas não um erro;
- frequentado por viajantes, cortadores de garganta, informantes, devedores e gente que não quer templários ouvindo seus nomes;
- barato na superfície, mas não descuidado;
- vigiado por fregueses que sabem quando um estranho é realmente dali e quando só está fingindo.
A taverna deve parecer uma boca cheia de dentes velhos: ainda útil, ainda perigosa, e difícil de deixar sem que alguma coisa fique presa em você.
Fatos Confirmados
O Velho Chacalfica no Velho Distrito.- A taverna está ligada à pista sobre o homem que falou com Halek / Haylek.
- O suspeito talvez se chame
Zak. - Zak tem bigode e cavanhaque, não tem barba cheia, tem porte médio, pele morena e sotaque estrangeiro.
- Zak usa um pingente bonito de osso no formato de uma serpente.
- Zak provavelmente estava em Urik apenas de passagem.
- Zak parecia armado, com o que Halek percebeu como o cabo de uma arma na cintura.
- Zulahya é a dona ou figura de autoridade d'O Velho Chacal.
- Zulahya conhece Rothar pelo nome.
- Zulahya tem ou teve acesso ao Livro Caixa e o entrega a Arak no fim do Jogo 04.
- Zulahya diz que Lady Thesira não precisa saber disso, nem os templários.
- Zulahya revela que Kethran Lak tem interesse no Livro Caixa.
- No
Jogo 5: O Coletor De Taxas, Thesira identifica o símbolo vermelho de círculo cortado como símbolo da resistência e confirma que Zulahya é uma dessas pessoas. - As notas do mestre do
Jogo 5: O Coletor De Taxaschamam Zulahya de barda e indicam que ela tem um bando de espiões. - Arak conta a Thesira que a recuperação do Livro Caixa passou pelas mãos de Zulahya d'O Velho Chacal e seu bando de espiões.
- Thesira não parece surpresa com o envolvimento de Zulahya, nem com a possibilidade de a informação já ter ganhado as ruas.
- No
Jogo 6, Arak volta aoO Velho Chacalpara comprar de Zulahya uma forma de chegar até Kethran Lak sem expor a Casa Val-Keth. - Zulahya cobra
50ge revela que Kethran negocia com comerciantes em um silo anexado a Urik, perto da Rota Comercial. - Saar Keth percebe que alguém pode ter ouvido a conversa privada com Zulahya.
Inferências E Perguntas Abertas
- A taverna pode servir como ponto de encontro para viajantes ou pessoas que circulam por Urik discretamente.
- A imagem do chacal pode ser só marca do lugar, mas também pode sugerir símbolo local, marca de gangue, rastro de culto antigo ou aviso prático.
- A mulher vigiando a entrada pode se tornar importante se o grupo precisar de um rosto para a taverna.
- O pingente de serpente de Zak pode identificar uma facção, rota comercial, família, culto ou contato do deserto.
- A taverna pode saber se Zak estava sozinho, quem pagou sua bebida, e se ele saiu em direção ao Artisan Quarter, ao Velho Distrito ou a algum portão de Urik.
- Não está claro se Zulahya mandou roubar o livro, comprou o livro, interceptou o livro, ou só negociou sua devolução.
- Não está claro por que Zulahya quer que Thesira e os templários não saibam do caminho real do livro.
- Não está claro qual é o papel real de Zulahya na resistência.
- Não está claro quantos espiões Zulahya tem, nem quanto eles já sabem sobre a Casa Val-Keth, Kethran Lak e o Livro Caixa.
- Não está claro se a pessoa que pode ter ouvido a conversa no Jogo 6 trabalha para Kethran, para a resistência, para outra facção, ou para si mesma.