Jogo 1: Os Dune Reapers

Temporada 01, Jogo 01.

Abertura

A sessão começa com a iniciativa sendo rolada.

Não há mais tempo para medir distância, negociar ou recuar.

O combate começa.

Cena

O grupo avista a ameaça no deserto: dois Dune Reapers enormes, cada um muito maior que Arak.

Um deles rompe o chão perto do grupo, abrindo um buraco na areia e no solo rachado. O outro ainda está distante, no alto de uma duna, saindo de uma caverna.

Arak fica na frente.

Escudo erguido.

Ele não cai.

O Dune Reaper atacou o grupo saltando de uma rocha e caiu perto deles, próximo a Kronk.

Outro vem do sul. O grupo fica entre os dois Dune Reapers.

Enfrentamos e matamos os dois. Arak derrubou e controlou um deles, enquanto Ossekh desferia ataques ferozes contra a criatura.

Arak em guarda diante dos Dune Reapers

Pegamos as carcaças dos Dune Reapers e as levamos de volta para Urik. O capitão e sua guarda nos ajudaram.

Arak conseguiu retirar as pinças e boas placas de quitina e pediu aos guardas que as levassem ao ateliê da Casa Val-Keth, para fabricar mais coisas ali no futuro.

Depois fomos até a taverna, onde o capitão nos aguardava para beber e comer conosco. Sete ou oito guardas também estavam ali e nos receberam muito bem.

O capitão nos agradece efusivamente, mais do que o normal. Parece suspeito.

Bebemos e nos divertimos.

No fim da noite, com Kronk já dormindo e todos meio bêbados, passos secos e duros descem pelas escadas da taverna.

"Se não são os grandes heróis do dia!..."

Kethran Lak, o templário. Ele vem acompanhado por seis templários menores.

"Se não são os grandes defensores das plantações..."

Todos na taverna param de beber, e cai um silêncio absoluto.

Kethran Lak senta-se ao balcão. Dois escravos mul sentam-se juntos. Eles têm armaduras quitinosas e karrikals, o machado duplo comum em Urik e Athas. Mais dois meio-gigantes descem até a taverna. Estão com Kethran Lak.

Um dos meio-gigantes tem uma lança que parece uma árvore. O outro não parece ter armas.

Kethran Lak senta-se de costas para o grupo. Ele fala com Brakka, o taverneiro: “Ofereça uma rodada do que eles estão bebendo por minha conta, por favor... Salvaram a vida de muitos escravos hoje... Que momento lindo, que momento maravilhoso”, diz Kethran de maneira sarcástica.

“Brindem comigo, heróis de Urik, por esta grande graça alcançada.”

Como é que vocês, pessoas tão baixas, vermes desta estirpe, conseguiram salvar a vida de tantas pessoas?...", continuou, ainda mais sarcástico.

"Mas me digam: como conseguiram tirar este feito do rabo de vocês? Conseguiram deslocar membros da guarda de Urik para ajudá-los a carregar estas criaturas... Eu gostaria de saber como conseguiram fazer isso."

O elfo Raydin disse: "Matamos a mãe e o pai do Dragão de Tyr", também de forma sarcástica.

(O Dragão de Tyr é tido como o bicho-papão no mundo de Athas. Ele come tudo e atravessa cidades se quiser.)

"Você deve ser o comediante, né?" Kethran lak fala para O Elfo. "Elfos sempre são engraçadinhos.. ou estão presos por grilhões ou fazendo outros darem risadas com asneiras como estas.."

Kethran Lak começa a ameaçar taxar e confiscar a recompensa que o capitão deu ao grupo. Arak fica puto. Parece que o capitão Dorek Vahn foi obrigado a falar com o templário.

"Mas vocês foram grandes heróis. A taxa que vou cobrar de vocês será apenas um sorriso. Me dê apenas um sorriso, elfo."

O elfo pega o bêbado caído, faz um fishhook na boca dele e mostra um sorriso a Kethran Lak.

Kethran Lak ri da situação. “Hahaha, você é muito engraçado. Obrigado por terem resolvido o problema, grandes heróis.” Kethran sempre exibe um ar impassível e enojado e anda com guarda-costas. É sempre agressivo ao falar com o grupo.

Arak se levanta, chama Ossekh, e os dois saem da taverna.

Kethran Lak é muito inconveniente. A vida de Urik é muito pior com ele. Como seria melhor se ele morresse... Mas não podemos matar Kethran Lak. Ele é um templário. Mas ele está nos irritando muito. Ele está nos irritando e muito.

Fim da sessão.

Pós-jogo do DM: Os Ceifadores das Dunas

O cheiro do “sangue” que as monstruosidades deixaram impregnado em suas peles vai custar a sair. A lembrança da viscosidade também. Mas mais que isso, Kronk e Saar Keth guardam em seus corpos a marca dos golpes desferidos pelas verdadeiras lâminas que as criaturas tinham por braços. Kronk não lembrava a última vez que havia tombado em batalha.

Mas as criaturas estavam mortas, e eles não. Carnear os monstros foi uma tarefa árdua, mas, nas mãos hábeis de Arak, foi executada com primor. Além das couraças e da “carne” extraídas dos animais, o contrato com o capitão Dorek Vahn lhes rendeu peças de cerâmica, água limpa e rações para alguns dias. E ainda algumas (muitas) doses de Vinho de Sangue servidas por Brakka na taverna d’O Olho Enterrado. Era um dia alegre, um dia para comemorar.

Mas as vitórias conquistadas à base de muito suor e sangue parecem areia que se esvai pelos dedos. Nunca há um dia de paz; nunca há tempo suficiente para celebrar uma empreitada bem-sucedida. A presença de Kethran Lak ao final do festejo é um golpe duro e um choque de realidade: o desdém e a ironia do templário de Hamanu deixam um gosto ainda mais amargo no Vinho de Sangue com o qual brindavam.

Quem mais nessa cidade não gosta de Kethran Lak?

Brakka? A casa Val-Keth?

O grupo na taverna após a provocação de Kethran Lak

Imagens Da Sessão

Dune Reaper no deserto

Arak e Ossekh contra o Dune Reaper

Golpe final contra o Dune Reaper

Capitão Dorek Vahn

Brakka, taverneiro d'O Olho Enterrado

Kethran Lak

Kethran Lak na taverna

O grupo na taverna após Kethran Lak

Perguntas para a sessão Jogo 02: