Jogo 13: O Deserto

Temporada 01, Jogo 13.

Continua a partir de Jogo 12.

Notas do DM

O gosto da liberdade é um pouco mais amargo quando não há o que comer ou beber. Os aventureiros, agora livres, precisam procurar pela própria comida. Rayidn é um exímio explorador e mesmo com suas incríveis habilidades é um trabalho árduo conseguir alimento em meio ao deserto com um grupo grande.

Mesmo assim, todos tentam contribuir à sua maneira. Arak parece ter se reconectado à infância em sua tribo e conseguido comida e água para si e Ohssek. O homem-lagarto, por sua vez, não conhecia o deserto nem sabia o que era viver fora de uma cidade desde que nasceu. Irônico.

Marchavam ao sudeste, rumo novamente à estrada e Silver Spring. Observavam o mapa e decidiram rumar ao sul, ao que parecia ser um oásis e ponto de troca, confluente com várias rotas possíveis. Tyr talvez não fosse uma opção: a Casa Vordon era nativa de lá, e poderia reclamar os companheiros como mercadoria perdida.

Entre um descanso e outro, reuniam-se em torno de uma fogueira. Pensavam no que fariam agora que conquistaram a tão sonhada liberdade. Iriam para um grande centro como Raam? Gulg? Nibenay? Todas pareciam refúgios verdejantes no mapa. Mas até onde vai a influência do Leão do Deserto? Hamanu era um deus, e sua ira parecia estender-se por onde a vista alcança.

Todas são boas questões. Mas o problema é que o deserto não é um lugar vazio. Todo tipo de criatura espreita nas poucas sombras ou durante a noite, e com eles não seria diferente. Algo se aproximava sorrateiramente, e o grupo já se preparava para a batalha.

Mapa

Mapa da localização

Consequências

Perguntas em aberto