Jogo 15: Silver Spring

Continua a partir de Jogo 14.

Depois dos gith

Silver Spring

Silver Spring, acampamento permanente dos Silver Hands

Oásis talvez seja um termo forte para Silver Spring. O acampamento permanente dos Silver Hands é um amontoado de gente, parecendo um bazar em meio ao deserto. Elfos correm de um lado para o outro tentando vender qualquer espécie de quinquilharia e se aproveitar dos mais, digamos, inocentes. Um reflexo da ganância e da moral duvidosa de seu líder, Toramund.

O acordo que Rayidn conseguiu selar entre Toramund e seus companheiros beira o inaceitável. Mas quem precisa não pode escolher e, por enquanto, a ração e a água diárias em troca de trabalho pesado terão que servir. Isto é, até Toramund pensar naquele “trabalho perigoso” que o próprio Rayidn sugeriu.

Os Silver Hands

Basettu, Toramund, Torami e Quaar

Da esquerda para a direita:

Pela primeira vez, liberdade

Mas o que esse lugar tem de bom é uma certa liberdade, e era exatamente isso que chamava a atenção dos companheiros: pela primeira vez, não tinham um destino decidido por outros. Eram donos do próprio nariz.

Para onde ir? Em Silver Spring podiam ver gente de todos os lados das Tablelands. Ouviam sobre maravilhas como as florestas exuberantes de Gulg, comandada pela Grande Oba Lalali-Puy; cidades como Raam e Draj, com seus cinturões verdes de forte agricultura; e Nibenay, com suas famosas fontes termais borbulhantes.

Grandes maravilhas, parecendo até lendas, porém sempre com algo em comum: grandes regentes ditadores. Aparentemente, Hamanu é um entre vários reis-feiticeiros que dominam a região com punho de ferro e são adorados como deuses. A vida em Urik poderia não ser fácil, mas talvez não fosse diferente nas outras cidades.

Tyr

Todos os destinos tinham reis-feiticeiros, com uma única exceção: Tyr.

A cidade para a qual os companheiros haviam sido vendidos como mercadoria parecia despertar o assunto de todas as rodas de conversa. Uma rebelião de escravos teria assassinado o rei-feiticeiro Kalak. Com isso, a cidade parecia ter se libertado do ciclo e, pasmem, abolido a escravidão.

Parecia improvável que alguma dessas figuras divinas pudesse sangrar e morrer, mas aparentemente em Tyr alguém achou o caminho. A cidade agora se ergue solitária como um bastião da liberdade, desafiando a ordem vigente em Athas.

Pessoas, lugares e pistas

Perguntas em aberto